Mulheres Negras e Indígenas do Brasil. Unidas para amplificar vozes, ocupar espaços que nos pertencem e fortalecer o jornalismo e a comunicação.
Estamos construindo um mapeamento nacional de jornalistas e comunicadoras negras e indígenas que vai alimentar um manual de proteção para quem exerce esse ofício a partir do território — com ou sem diploma, dentro ou fora dos veículos tradicionais.
É uma rede de jornalistas e comunicadoras do Brasil dedicada à cobertura de direitos humanos e justiça socioambiental. Reunimos profissionais — cis e trans — de diferentes biomas e regiões, com perfis, identidades e trajetórias diversas, e com um ponto em comum: o compromisso de contar histórias a partir dos territórios, valorizando saberes locais e perspectivas frequentemente invisibilizadas pela grande mídia.
A coalizão nasce da compreensão de que o jornalismo independente ganha força quando opera em rede. Somos um pacto profissional entre jornalistas que reconhecem, umas nas outras, objetivos comuns — e que apostam na colaboração como estratégia para ampliar alcance, sustentabilidade e impacto.
Construção de pontes com coletivos, veículos, organizações de direitos humanos e redes internacionais de jornalismo.
Reportagens e iniciativas colaborativas entre integrantes da rede, unindo perspectivas territoriais e temáticas diversas em produções de maior alcance.
Oficinas e cursos sobre jornalismo de direitos humanos e socioambiental, voltados tanto a integrantes da rede quanto a outras jornalistas e comunicadoras do país.
Protocolos coletivos de segurança digital e física para situações de risco em campo e online, somados a ações de cuidado com a saúde mental de jornalistas negras e indígenas.
Textos e análises sobre temas que a coalizão acompanha de perto, em formato de observatório — sem substituir a autonomia editorial de cada integrante.
Atenção às intersecções entre raça, gênero, sexualidade, território e geração — ampliando o espaço para perspectivas diversas dentro da rede e nas pautas que ela acompanha.
Jornalista investigativa independente com foco em direitos humanos, justiça social e socioambiental. Ex-diretora da Abraji, com passagens por Intercept Brasil, InfoAmazônia, Agência Pública, Gênero e Número, AzMina e Globo. Especializada em gestão de organizações da sociedade civil e com trajetória em organizações como Artigo 19, Fundo Baobá, IDAFRO e Internews.
Jornalista formada pela UFAM, cofundadora da Abaré – Escola de Jornalismo, e articuladora da Rede de Proteção de Jornalistas e Comunicadores da região Norte. Cobre pautas socioambientais e de direitos humanos com publicações na Amazônia Real, Favela em Pauta, Nexo e Projeto #Colabora.
Jornalista acreana pela UFAC, especializada em Educação das Relações Étnico-Raciais. Cobre racismo ambiental, conflitos territoriais e direitos humanos na Amazônia pela Amazônia Real desde 2023. Vencedora do Troféu Tim Lopes – Revelação do Ano e do Prêmio +Admirados Jornalistas Negras 2024. Integra a rede ecofeminista Latinas pelo Clima.
Jornalista roraimense formada pela UFRR, com atuação em jornalismo digital, radiojornalismo, podcast e comunicação institucional. Produz reportagens sobre temas sociais, culturais, esportivos e de interesse público, com olhar voltado para as realidades da Amazônia.
Comunicadora da Amazônia, formada pela Estácio do Pará. Repórter da CNN Brasil e correspondente da região Norte desde 2024, com cobertura de meio ambiente, política e segurança pública. Reconhecida como uma das Jornalistas Negras Mais Admiradas da Imprensa Brasileira (Jornalistas & Cia, 2025).
Jornalista amazônida pela UFPA, atua há quatro anos com comunicação. Colabora com Sumaúma, Revista Piauí e O Liberal, com foco em pautas socioambientais, direitos humanos e cultura amazônida. Cursa Especialização em Estudos Amazônicos pelo IFPA.
Comunicadora há nove anos, atuando em narrativas sobre direitos humanos, juventudes, equidade racial, gênero, cultura e justiça climática na Amazônia. Educadora popular, diretora criativa e articuladora de projetos voltados ao fortalecimento de jovens lideranças.
Jornalista formada pela UFAL, atua há mais de seis anos em jornalismo, assessoria de imprensa e comunicação institucional. Integra o Olhos Jornalismo, com foco em direitos humanos e questões socioambientais em Alagoas. Atualmente é Coordenadora de Comunicação da Secdef/AL.
Jornalista, repórter e comunicadora. Uma das TOP 50 +Admiradas Jornalistas Negras da Imprensa Brasileira. Atua na comunicação institucional da Casa Um com trajetória em Valor Econômico, Anistia Internacional Brasil e Estadão. Produz narrativas sobre política, economia, direitos humanos e diversidade a partir de uma perspectiva interseccional.
Jornalista, professora e pesquisadora. Doutoranda em Comunicação Social pela UFMG, mestra pela Universidade do Porto. Cofundadora do Malamanhadas Podcast. Atua há 14 anos com jornalismo focado em cultura, direitos humanos e questões de gênero e raça. Pesquisa narrativas negras em podcasts brasileiros.
Jornalista (UFAM) e fotógrafa independente residente em Manaus. Repórter investigativa há seis anos com foco em impactos socioambientais na Amazônia, povos indígenas, racismo ambiental e direitos das mulheres. Publicações na Amazônia Real, Nonada, Marie Claire e Abaré. Vencedora do 1º Prêmio Neusa Maria de Jornalismo (2020) e do Prêmio Megafone de Ativismo (2025).
Jornalista e apresentadora, pioneira ao levar a identidade indígena à TV brasileira. Com passagens por CNN Brasil, Rede Amazônica e Canal Futura e colaborações para Vogue Brasil e Amazônia Real, tem carreira pautada pela defesa dos direitos socioambientais e pelo protagonismo dos povos originários. Premiada nacional e internacionalmente, foi fellow do programa de aceleração de lideranças SIM ID_BR, do Instituto Identidades do Brasil. Atualmente é gerente de projetos no Amazônia Vox e coordenadora-geral da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor).
Seja para parcerias editoriais, financiamento, formações ou para saber mais sobre a Coalizão JNI — nosso canal está aberto.